Retrofit industrial
A sua máquina
não é para jogar fora.
Ficam o armário, a mecânica, os motores, os cabos. Trocamos o que deixa vocês na mão: o controle que não tem mais conserto e a IHM que ninguém mais sabe ler.
Também dizemos quando o retrofit não compensa.
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1994 antes 2026 depois
O mesmo armário, os mesmos motores, a mesma régua de bornes. Muda o que deixa vocês na mão.
Reconstrução 3D do mesmo painel elétrico antes e depois de um retrofit: armário, portas, cabos de campo e régua de bornes ficam no lugar.
Empresas que confiaram em nós
Os sintomas
Cinco frases
que ouvimos sempre.
Ninguém nos liga para “fazer um retrofit”: liga por causa de uma destas. Por trás de cada uma há uma causa técnica precisa, e quase nunca é a máquina.
“De vez em quando ela para e ninguém entende por quê.”
O operador vê um código, não uma causa. Os alarmes foram escritos para quem fez o programa, não para quem está no turno às três da madrugada.
Alarmes e estados reescritos em linguagem clara: o que parou, por quê, e o que verificar.
“A IHM ainda é aquela verde, com teclas.”
IHM sem suporte do fabricante, peças de reposição esgotadas, e um backup que nenhum computador de hoje consegue mais abrir.
IHM nova com as mesmas telas, mais as que faltavam, e um backup legível daqui a dez anos.
“Se aquela peça quebrar, ficamos duas semanas parados.”
O componente está descontinuado: só se encontra usado, sem garantia e sem prazo certo. E no dia em que precisar, precisa na hora.
Trocamos a parte que deixa vocês expostos por uma que ainda é fabricada, e deixamos o resto em paz.
“Os esquemas não batem mais.”
Vinte anos de modificações feitas em campo e nunca passadas para os esquemas. Quem mexe na máquina trabalha de memória.
Levantamento do painel real e esquemas as built, borne por borne.
“Só o Mario sabe fazer a máquina voltar a operar.”
Como ela funciona de verdade não está escrito em lugar nenhum. Está na cabeça de quem estava lá.
Lógica documentada e comportamento legível: a linha volta a operar mesmo quando ele está de férias.
Se você reconheceu pelo menos uma, o retrofit não é um investimento para avaliar no ano que vem: é um risco que você já tem dentro de casa.
O escopo
O que fica.
O que muda.
Um retrofit honesto não troca tudo: troca o que deixa vocês expostos. Este é o raciocínio que fazemos diante de cada máquina, item por item.
Reconstrução 3D O painel elétrico antes da intervenção, com o seu campo: o motor com o redutor, o sensor fotoelétrico no seu pedestal, os cabos na eletrocalha sob a soleira.
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O campo Fica.
Estrutura e mecânica, motores, sensores e fins de curso, cabeamento.
Se a mecânica está em bom estado e o isolamento aguenta, não mexemos: refazemos a identificação, que é a parte que sempre falta. Os motores ficam quase sempre; os sensores, testamos um por um e trocamos só o que falha.
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A régua de bornes Fica.
É a fronteira do trabalho: dali para baixo não muda nada, dali para cima pode mudar tudo.
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O controle Muda.
CLP, módulos de E/S, rede. IHM.
É por isso que vocês nos chamaram: sem suporte do fabricante quer dizer parada longa, no dia em que quebrar. Peças de reposição esgotadas, backups ilegíveis, um diagnóstico que não ajuda quem está no turno.
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O painel de potência Depende.
Se o seccionamento e os dispositivos de proteção estão em ordem, adequamos o painel. Se ele não é mais legível, refazemos: ganham-se anos de manutenção. Os acionamentos ficam quase sempre: só trocamos se o novo controle não os suportar, ou se, como o CLP, estiverem sem suporte do fabricante.
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A segurança É revista.
Quando mexemos no controle, revemos as funções de segurança pelos requisitos de hoje, não pelos de quando a máquina nasceu.
É nestes cinco itens que se decide o orçamento. Escrevemos os cinco antes de orçar, junto com vocês: assim vocês sabem o que estão comprando, e o que não estão.
Se a intervenção modificar substancialmente o desempenho ou os dispositivos de segurança, a partir de 20 de janeiro de 2027 ela traz consigo as obrigações do fabricante, marcação CE incluída (Regulamento de Máquinas (UE) 2023/1230). Se for o caso, vocês ficam sabendo antes de começar.
A parada
A linha fica parada
só no final.
É a primeira pergunta que nos fazem: “quanto tempo vocês vão me deixar parado?”. A resposta depende de quanto trabalho conseguimos tirar de dentro da parada. Dá para tirar quase tudo.
A linha produz · semanas
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Levantamento com a linha em operação. Lemos a máquina enquanto ela trabalha, sem tocar nela.
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Esquemas e lista de E/S reconstruídos. O que falta, redesenhamos antes, não com a linha parada.
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Painel novo ligado e testado em Mesero. Já chega testado. Como o testamos
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Software reescrito e testado em bancada. Com os sinais simulados, antes de ver a linha.
A parada
Combinamos a janela de parada conforme o calendário de produção de vocês. Um fim de semana, uma parada programada, uma troca de campanha.
As proporções mudam de máquina para máquina. A regra não: tudo o que pode ser feito enquanto a linha produz, fazemos antes.
Dentro da parada
Fica só o que não pode ser feito em nenhum outro momento.
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Desconectamos o antigo. Cada fio fotografado e identificado antes de ser retirado.
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Montamos e reconectamos. A régua de bornes é a mesma: os condutores voltam para onde estavam.
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Teste de E/S. Cada sinal testado um por um, antes de liberar o processo.
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Retomada com o material de verdade. Não basta rodar: precisa produzir, na cadência exigida, com quem trabalha nela.
O levantamento
Não sobrou
nada por escrito.
O fabricante da máquina não existe mais, os esquemas pararam no primeiro dia, o programa está em uma mídia que não dá mais para ler. Acontece quase sempre e não é culpa de ninguém: o retrofit começa daí.
Lemos o painel, não os documentos.
Régua de bornes, identificação, seção dos condutores, dispositivos de proteção. Comparamos os documentos depois: quando não coincidem, vale o painel.
Reconstruímos a lista de sinais.
Cada entrada e cada saída com o seu endereço, o seu borne e o que comanda de verdade em campo. É o documento sobre o qual construímos todo o resto.
Fazemos backup do que existe, antes de mexer.
Programa, parâmetros dos acionamentos, receitas, telas de operação. Mesmo que o CLP vá ser substituído: hoje ele é a única descrição de como a máquina trabalha.
Escrevemos o que a máquina faz.
Sequências, liberações, condições de segurança, troca de formato. Com quem usa a máquina todos os dias, não só com quem a comprou.
Os esquemas que saem do levantamento são os mesmos que desenhamos para as instalações novas: veja como são feitos.
Primeiro reescrevemos o que existe.
Depois decidimos o que mudar.
O plano B
E se na segunda
não voltar a operar?
É a pergunta que ninguém faz em voz alta, e é a que trava os retrofits por anos. Tem uma resposta técnica, e ela se decide antes de começar.
O painel antigo
não jogamos fora.
Fica na fábrica, completo e reconectável, por todo o período que combinarmos. Enquanto a linha não tiver produzido por dias na cadência exigida, ainda é possível voltar atrás.
Antes de tocar em qualquer coisa, fazemos backup de tudo.
O backup feito no levantamento, mais a foto de cada régua de bornes como estava.
Só desconectamos o que sabemos reconectar.
Cada condutor tem a sua foto e o seu tag antes de ser retirado. Voltar atrás não se improvisa na produção: é um procedimento que já existe.
Ninguém compra um retrofit porque está com vontade de trocar o CLP: compra quando o risco de parar fica maior do que o risco de intervir. O plano B serve para fazer essa balança pender.
O serviço
Depois ninguém
desaparece.
A parte que não aparece no orçamento: o que vocês têm em mãos no mês seguinte, quando a linha já voltou a produzir e chega a primeira troca de formato.
Do que nós instalamos, a garantia é nossa.
Painel, hardware e software têm um contato só: se algo der errado, não cabe a vocês descobrir de quem é a culpa.
O primeiro ano de assistência técnica está incluído.
Vocês ligam quando precisarem, sem se perguntar quanto custa a pergunta.
Respondemos sempre.
Para quem comprou conosco, todos os dias: +39 02 97289083.
Se a planta tiver um acesso remoto seguro e autorizado, de Mesero vemos a mesma tela que o operador vê: muitas verificações se resolvem em meia hora em vez de uma viagem. Como funciona a assistência remota
O primeiro passo
Basta a placa
e duas fotos.
Envie-nos a foto da placa de identificação do CLP e a do painel aberto. Dizemos se essa máquina pode ser atualizada, o que dá para aproveitar, o que não dá, e de quanto tempo de parada ela precisa de verdade.
Quem lê é um técnico, e a primeira resposta chega em 1–2 dias úteis.
Está parado agora e não encontra a peça de reposição? Ligue para +39 02 97289083: é o caso em que vale a pena pular o formulário. Já se fomos nós que fizemos a máquina e você precisa de esquemas ou backups, nós os tiramos do arquivo.





