Retrofit industrial

A sua máquina
não é para jogar fora.

Ficam o armário, a mecânica, os motores, os cabos. Trocamos o que deixa vocês na mão: o controle que não tem mais conserto e a IHM que ninguém mais sabe ler.

Também dizemos quando o retrofit não compensa.

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1994 antes 2026 depois

Reconstrução 3D: o painel elétrico como era em 1994, de portas abertas. Nas duas colunas, um CLP em rack com os módulos em bloco, fileiras de relés de encaixe, contatores com o relé térmico, porta-fusíveis de rosca, dois inversores de frequência da época e feixes de fios amarrados com abraçadeiras. Embaixo, as réguas de bornes de campo. Reconstrução 3D: o mesmo painel em 2026, no mesmo enquadramento. Nas duas colunas, canaletas com tampa, dois acionamentos, o CLP modular, os relés de segurança amarelos, fileiras de disjuntores e contatores. Armário, portas e réguas de bornes de campo são os mesmos.

O mesmo armário, os mesmos motores, a mesma régua de bornes. Muda o que deixa vocês na mão.

Reconstrução 3D do mesmo painel elétrico antes e depois de um retrofit: armário, portas, cabos de campo e régua de bornes ficam no lugar.

Empresas que confiaram em nós

Os sintomas

Cinco frases
que ouvimos sempre.

Ninguém nos liga para “fazer um retrofit”: liga por causa de uma destas. Por trás de cada uma há uma causa técnica precisa, e quase nunca é a máquina.

“De vez em quando ela para e ninguém entende por quê.”

O operador vê um código, não uma causa. Os alarmes foram escritos para quem fez o programa, não para quem está no turno às três da madrugada.

Alarmes e estados reescritos em linguagem clara: o que parou, por quê, e o que verificar.

Reconstrução 3D: a IHM de um painel elétrico de 1994, com o frontal de membrana e as teclas de função. No visor verde de caracteres aparece apenas “ALLARME 047” (“Alarme 047”).

“A IHM ainda é aquela verde, com teclas.”

IHM sem suporte do fabricante, peças de reposição esgotadas, e um backup que nenhum computador de hoje consegue mais abrir.

IHM nova com as mesmas telas, mais as que faltavam, e um backup legível daqui a dez anos.

“Se aquela peça quebrar, ficamos duas semanas parados.”

O componente está descontinuado: só se encontra usado, sem garantia e sem prazo certo. E no dia em que precisar, precisa na hora.

Trocamos a parte que deixa vocês expostos por uma que ainda é fabricada, e deixamos o resto em paz.

Reconstrução 3D: a CPU de um CLP de 1994 retirada do rack, em pé na bancada, com o compartimento da memória vazio e o conector dourado do barramento à vista. Na frente, o módulo de memória retirado e um disquete de 3,5 polegadas com “BACKUP PLC” (“Backup do CLP”) escrito a caneta.

“Os esquemas não batem mais.”

Vinte anos de modificações feitas em campo e nunca passadas para os esquemas. Quem mexe na máquina trabalha de memória.

Levantamento do painel real e esquemas as built, borne por borne.

Reconstrução 3D: uma pasta de esquemas elétricos amarelada, aberta na bancada. A folha à vista está coberta de correções a caneta vermelha, a caneta azul e a lápis: fios riscados e redesenhados, as anotações “modificato” (“modificado”), “tolto” (“retirado”), “vedi campo” (“ver campo”), um “NO!” (“Não!”), e um pedaço de papel quadriculado colado com fita adesiva.

“Só o Mario sabe fazer a máquina voltar a operar.”

Como ela funciona de verdade não está escrito em lugar nenhum. Está na cabeça de quem estava lá.

Lógica documentada e comportamento legível: a linha volta a operar mesmo quando ele está de férias.

Se você reconheceu pelo menos uma, o retrofit não é um investimento para avaliar no ano que vem: é um risco que você já tem dentro de casa.

O escopo

O que fica.
O que muda.

Um retrofit honesto não troca tudo: troca o que deixa vocês expostos. Este é o raciocínio que fazemos diante de cada máquina, item por item.

Reconstrução 3D: o painel elétrico de 1994 de portas abertas, com o seu campo. No chão, à esquerda, um motor azul com o redutor sobre a sua base; à direita, um sensor fotoelétrico em um pedestal. Os cabos correm em uma eletrocalha aramada sob a soleira e entram por baixo até a régua de bornes.

Reconstrução 3D O painel elétrico antes da intervenção, com o seu campo: o motor com o redutor, o sensor fotoelétrico no seu pedestal, os cabos na eletrocalha sob a soleira.

  1. O campo Fica.

    Estrutura e mecânica, motores, sensores e fins de curso, cabeamento.

    Se a mecânica está em bom estado e o isolamento aguenta, não mexemos: refazemos a identificação, que é a parte que sempre falta. Os motores ficam quase sempre; os sensores, testamos um por um e trocamos só o que falha.

  2. A régua de bornes Fica.

    É a fronteira do trabalho: dali para baixo não muda nada, dali para cima pode mudar tudo.

  3. O controle Muda.

    CLP, módulos de E/S, rede. IHM.

    É por isso que vocês nos chamaram: sem suporte do fabricante quer dizer parada longa, no dia em que quebrar. Peças de reposição esgotadas, backups ilegíveis, um diagnóstico que não ajuda quem está no turno.

  4. O painel de potência Depende.

    Se o seccionamento e os dispositivos de proteção estão em ordem, adequamos o painel. Se ele não é mais legível, refazemos: ganham-se anos de manutenção. Os acionamentos ficam quase sempre: só trocamos se o novo controle não os suportar, ou se, como o CLP, estiverem sem suporte do fabricante.

  5. A segurança É revista.

    Quando mexemos no controle, revemos as funções de segurança pelos requisitos de hoje, não pelos de quando a máquina nasceu.

É nestes cinco itens que se decide o orçamento. Escrevemos os cinco antes de orçar, junto com vocês: assim vocês sabem o que estão comprando, e o que não estão.

Se a intervenção modificar substancialmente o desempenho ou os dispositivos de segurança, a partir de 20 de janeiro de 2027 ela traz consigo as obrigações do fabricante, marcação CE incluída (Regulamento de Máquinas (UE) 2023/1230). Se for o caso, vocês ficam sabendo antes de começar.

A parada

A linha fica parada
só no final.

É a primeira pergunta que nos fazem: “quanto tempo vocês vão me deixar parado?”. A resposta depende de quanto trabalho conseguimos tirar de dentro da parada. Dá para tirar quase tudo.

A linha produz · semanas

  • Levantamento com a linha em operação. Lemos a máquina enquanto ela trabalha, sem tocar nela.

  • Esquemas e lista de E/S reconstruídos. O que falta, redesenhamos antes, não com a linha parada.

  • Painel novo ligado e testado em Mesero. Já chega testado. Como o testamos

  • Software reescrito e testado em bancada. Com os sinais simulados, antes de ver a linha.

A parada

Combinamos a janela de parada conforme o calendário de produção de vocês. Um fim de semana, uma parada programada, uma troca de campanha.

As proporções mudam de máquina para máquina. A regra não: tudo o que pode ser feito enquanto a linha produz, fazemos antes.

Dentro da parada

Fica só o que não pode ser feito em nenhum outro momento.

  1. Desconectamos o antigo. Cada fio fotografado e identificado antes de ser retirado.

  2. Montamos e reconectamos. A régua de bornes é a mesma: os condutores voltam para onde estavam.

  3. Teste de E/S. Cada sinal testado um por um, antes de liberar o processo.

  4. Retomada com o material de verdade. Não basta rodar: precisa produzir, na cadência exigida, com quem trabalha nela.

O levantamento

Não sobrou
nada por escrito.

O fabricante da máquina não existe mais, os esquemas pararam no primeiro dia, o programa está em uma mídia que não dá mais para ler. Acontece quase sempre e não é culpa de ninguém: o retrofit começa daí.

Reconstrução 3D: uma régua de bornes de campo de 1994, vinte bornes a parafuso cor de marfim. Metade dos fios antigos já tem a anilha de identificação nova, branca e impressa; a outra metade ainda está com as anilhas amarelas desbotadas. Ao lado, em uma prancheta, a folha do levantamento preenchida a caneta até o borne 10: tag, sinal e sentido; em cima, uma caneta.

Lemos o painel, não os documentos.

Régua de bornes, identificação, seção dos condutores, dispositivos de proteção. Comparamos os documentos depois: quando não coincidem, vale o painel.

Reconstruímos a lista de sinais.

Cada entrada e cada saída com o seu endereço, o seu borne e o que comanda de verdade em campo. É o documento sobre o qual construímos todo o resto.

Fazemos backup do que existe, antes de mexer.

Programa, parâmetros dos acionamentos, receitas, telas de operação. Mesmo que o CLP vá ser substituído: hoje ele é a única descrição de como a máquina trabalha.

Escrevemos o que a máquina faz.

Sequências, liberações, condições de segurança, troca de formato. Com quem usa a máquina todos os dias, não só com quem a comprou.

Os esquemas que saem do levantamento são os mesmos que desenhamos para as instalações novas: veja como são feitos.

Primeiro reescrevemos o que existe.
Depois decidimos o que mudar.

O plano B

E se na segunda
não voltar a operar?

É a pergunta que ninguém faz em voz alta, e é a que trava os retrofits por anos. Tem uma resposta técnica, e ela se decide antes de começar.

Reconstrução 3D: o rack do CLP de 1994 retirado inteiro, em pé na bancada, com fonte de alimentação, CPU e módulos no lugar. Os conectores frontais ainda estão encaixados, cada fio cortado tem a sua anilha de identificação, e uma etiqueta amarrada com barbante traz, escrito à mão: “DA CONSERVARE” (“Manter”), e embaixo “ricollegabile” (“reconectável”).

O painel antigo
não jogamos fora.

Fica na fábrica, completo e reconectável, por todo o período que combinarmos. Enquanto a linha não tiver produzido por dias na cadência exigida, ainda é possível voltar atrás.

Antes de tocar em qualquer coisa, fazemos backup de tudo.

O backup feito no levantamento, mais a foto de cada régua de bornes como estava.

Só desconectamos o que sabemos reconectar.

Cada condutor tem a sua foto e o seu tag antes de ser retirado. Voltar atrás não se improvisa na produção: é um procedimento que já existe.

Ninguém compra um retrofit porque está com vontade de trocar o CLP: compra quando o risco de parar fica maior do que o risco de intervir. O plano B serve para fazer essa balança pender.

O serviço

Depois ninguém
desaparece.

A parte que não aparece no orçamento: o que vocês têm em mãos no mês seguinte, quando a linha já voltou a produzir e chega a primeira troca de formato.

Do que nós instalamos, a garantia é nossa.

Painel, hardware e software têm um contato só: se algo der errado, não cabe a vocês descobrir de quem é a culpa.

O primeiro ano de assistência técnica está incluído.

Vocês ligam quando precisarem, sem se perguntar quanto custa a pergunta.

Respondemos sempre.

Para quem comprou conosco, todos os dias: +39 02 97289083.

Se a planta tiver um acesso remoto seguro e autorizado, de Mesero vemos a mesma tela que o operador vê: muitas verificações se resolvem em meia hora em vez de uma viagem. Como funciona a assistência remota

O primeiro passo

Basta a placa
e duas fotos.

Envie-nos a foto da placa de identificação do CLP e a do painel aberto. Dizemos se essa máquina pode ser atualizada, o que dá para aproveitar, o que não dá, e de quanto tempo de parada ela precisa de verdade.

Solicitar avaliação da máquina

Quem lê é um técnico, e a primeira resposta chega em 1–2 dias úteis.

Reconstrução 3D: a placa de identificação de alumínio na fonte de alimentação de um CLP de 1994, com tipo, número de série, ano 1994 e tensão 24 V DC. Ao lado, apoiado na bancada, um celular com o painel de portas abertas na tela.

Está parado agora e não encontra a peça de reposição? Ligue para +39 02 97289083: é o caso em que vale a pena pular o formulário. Já se fomos nós que fizemos a máquina e você precisa de esquemas ou backups, nós os tiramos do arquivo.