A fibra
As torres de puxamento
Fornos, gases e eixos em poucos metros, para ler de relance. Sinais em ordem, sinótico de processo na IHM, botoeiras que dizem a mesma coisa que o software.
Cliente confidencial Ver o projeto
Automação para cabos e fibra óptica
Da torre que puxa a fibra ao navio que lança o cabo no mar: esquemas, painéis elétricos e software para linhas em que dezenas de acionamentos precisam girar como um só.
O setor
Fibra, tubos loose, encordoamento, capa, armação: cada camada de um cabo sai de uma linha diferente, e cada linha tem os seus motores, as suas medições e as suas receitas, que precisam andar juntos. É aí que trabalhamos, do primeiro esquema à partida.
Para quem fabrica o cabo e para quem constrói as linhas, em plantas novas e em linhas que precisam ser refeitas. Das torres de puxamento ao sistema de lançamento de cabos de um navio, para a Prysmian.
Linha por linha
A fibra · Torre de puxamento
A preforma desce no forno e o diâmetro da fibra é corrigido pela velocidade do cabrestante, em malha fechada. Enquanto isso, forno, gases de processo e revestimento seguem a receita, em vários andares, a partir de uma única IHM.
As torres de puxamento
O tubo loose · Linha de tubos loose
O excesso de fibra e o diâmetro do tubo loose dependem de tudo ao mesmo tempo: tração dos desbobinadores, temperaturas da extrusora e da calha de resfriamento, velocidade dos cabrestantes. O programa mantém tudo amarrado, mesmo quando a linha acelera ou desacelera.
A linha de tubos loose
O encordoamento · Encordoadeira
O passo de encordoamento é uma relação entre a gaiola, ou a inversão do encordoamento SZ, e a velocidade da linha. Na partida e na parada, os dois eixos continuam acoplados e os fios de amarração acompanham: o metro feito em rampa é igual ao feito em regime.
A capa · Linha de extrusão
Zonas de temperatura da extrusora, rotação da rosca, tração do puxador de lagartas: o medidor lê diâmetro e excentricidade, o spark tester detecta os defeitos. O programa corrige, e cada defeito fica ligado ao metro em que aconteceu.
A armação · Armadora
Cada bobina de fio na gaiola tem o seu freio e se esvazia por conta própria. A tração precisa ficar igual em todos os fios, do primeiro metro ao último, e o passo da hélice precisa ficar acoplado à velocidade do cabo.
A bobina · Bobinamento e lançamento
Espalhamento, troca de bobina, metragem impressa na capa. E no mar, um carrossel de cabos que se esvazia de 36 para 10 metros de diâmetro enquanto o puxador de lagartas traciona: o sistema de lançamento de cabos que automatizamos no navio Ulisse, para a Prysmian.
O navio Ulisse
A sua linha é uma destas? Falar com um técnico
Os projetos
A fibra
Fornos, gases e eixos em poucos metros, para ler de relance. Sinais em ordem, sinótico de processo na IHM, botoeiras que dizem a mesma coisa que o software.
Cliente confidencial Ver o projeto
O tubo loose
Muitas estações, cada uma com o seu motor, e a mesma tração da primeira à última. Painel elétrico com os acionamentos, lógica da linha e IHM, testados na oficina antes da entrega.
Cliente confidencial Ver o projeto
O lançamento
Carrossel, puxador, guindaste e guinchos no mesmo cabo, enquanto ele desce ao mar. Uma única lógica do CLP, a IHM construída em torno das operações de lançamento, o painel elétrico e a partida a bordo.
Prysmian Ver o projeto
Uma das empresas do setor que confiaram em nós
Para quem trabalhamos
A fábrica
Uma linha nova para colocar em operação, ou uma que roda há anos com um controle que não tem mais conserto: CLP descontinuado, acionamentos sem peças de reposição, uma IHM que ninguém mais sabe alterar. Refazemos o cérebro e mantemos a mecânica, em uma parada programada. E depois da partida, quem atende o telefone é quem escreveu o programa.
O fabricante de máquinas
Desbobinadores, encordoadeiras, linhas de capa ou linhas inteiras: trabalhamos ao lado da sua engenharia, do esquema à partida no cliente. O painel e o programa saem testados com a máquina montada, junto com a documentação necessária para a marcação CE. E se faltar só uma parte, fazemos só essa.
Perguntas
As perguntas que sempre chegam, com as respostas que damos por telefone.
Sim, acontece com frequência. Partimos dos esquemas que existem, ou os redesenhamos se não existirem mais, e do que a linha precisa fazer hoje. Podemos entrar com tudo, ou só com o software, ou só com o painel elétrico.
Não. Mantemos a mecânica, os motores e os cabos de campo, e trocamos o cérebro: controle, IHM e, se for preciso, os acionamentos. O painel novo chega ligado e testado com o próprio software, assim a linha fica parada para conectar e dar partida, não para fazer descobertas. Quanto tempo a parada vai durar, dizemos antes. Como funciona um retrofit
Sim, são o coração do trabalho em uma linha de cabos: referência de linha e rampas, malhas de controle de tração com braço dançarino ou célula de carga, compensação de diâmetro em desbobinadores e bobinadores, relação entre gaiola e tração para o passo de encordoamento. Nós mesmos escrevemos tudo isso e fazemos a sintonia na linha, com a linha rodando.
Sim. Fazemos a leitura pela rede ou pelos sinais de cada instrumento: os valores entram na lógica da linha e ficam registrados com a bobina e o metro. Em geral, para trocar o controle não é preciso trocar os instrumentos.
Sim. Fazemos a parte elétrica e o software das suas máquinas, do esquema à partida no seu cliente, com a documentação necessária para a marcação CE. Quem assina o quê, colocamos por escrito antes de começar, junto com o limite de fornecimento.
Sim. Demos partida no sistema de lançamento de cabos do Ulisse a bordo do navio. E já entregamos, colocamos em operação ou demos assistência a instalações na Europa, nas Américas, na Rússia, na China, em Singapura e na Austrália.
Nós mesmos respondemos, e ao telefone você fala com quem fez o trabalho, não com uma central de atendimento. O primeiro ano de assistência técnica está incluído e, onde há assistência remota, nos conectamos à linha sem sair de Mesero.
O primeiro passo
Uma foto da linha, ou da placa de identificação do painel elétrico.
Marca e modelo do CLP e dos acionamentos.
O que não vai bem hoje. Ou o que a linha nova precisa fazer.
Fotos e esquemas podem ser anexados ao formulário. Quem lê é um técnico, não um orçamento automático: resposta em 1–2 dias úteis.